
Amanhã, em Copenhague será escolhida a sede das Olimpíadas de 2016. Estão na briga Chicago, Madrid, Tóquio e o Rio de Janeiro. Conhecedores e gente que está por dentro do COI garante que o Rio é uma das favoritas e ventila isso pra nossa imprensa que compra a idéia vendendo-a em seus jornais e em campanhas de apoio maciço.
Pessoalmente, sou contra a realização das Olimpíadas no Rio por dois motivos. O primeiro é óbvio. A falta de estrutura da cidade é flagrante e não serão em seis anos que isso vai mudar. O segundo é a constatação de que, ao contrário do que empapuça a mídia, os Jogos Panamericanos, há dois anos, foram um fracasso. Estádios que não ficaram prontos a tempo (os jogos de beisebol, por exemplo, tiveram que ser realizados durante o dia porque o estádio não tinha iluminação), difícil acesso a várias praças de eventos e, claro, a famosa violência da Cidade Maravilhosa tentaram ser escondidos do conhecimento geral, mas vazaram via Net e a coisa serviu como desenho do que foi tudo isso.
Numa análise um tanto lógica é difícil imaginar que o evento não vá para Chicago. A última Olimpíada nos EUA, se contarmos 2016, foram realizadas em Atlanta em 1996 (que estruturalmente também era fraquíssima, mas o lobby foi forte) e isso, mais o apoio declarado de gente do porte de Michael Jordan e Barack Obama, figuras relacionadas com a cidade, faz difícil se duvidar do óbvio. Madrid e Tóquio são bem cotadas, mas Madrid tem como ponto contra o fato de que as Olimpíadas de 2012 serão na Europa. Motivo parecido desfavorece Tóquio. As Olimpíadas de 2008 foram na Ásia,
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