Muito bem sacada a ideia do Google que hoje, dia 21 de maio, resolveu homenagear os 30 anos do Pac Man, um dos primeiros jogos de vídeo-game da história e que, sem dúvida, marcou várias gerações inclusive a minha. O buscador mais famoso da Internet simplesmente transformou seu logo inicial num minigame em que o usuário pode matar as saudades do velho bichinho amarelo que foge dos fantasmas. Num tempo em que as crianças quase entram dentro da tela jogando seus Playstations 2 ou 3 ou interagem diretamente com o personagem nos seus Wiis, o Pac Man é saudade pura. E diversão pra todo mundo e saudade dos mais velhos.
As conversas no MSN são interessantes. O comunicador Messenger (segundo o Abel, nosso técnico. Ele tem razão, MSN é o conjunto que engloba Messenger, Hotmail, Live-mail...) revolucionou as relações, mas algumas conversas são realmente reveladoras. Clique e leia.
O jornalista e blogueiro Flavio Gomes abriu uma série de matérias (as primeiras são esta e esta) que promete ser ótima sobre Nelson Piquet. Depois de pesquisar e nos apresentar momentos grandiosos de Ayrton Senna, o Gomes resolveu falar sobre nosso outro tricampeão. E isso rendeu acalorada discussão nos comentários entre sennistas e piquetistas. Quem foi o melhor? Ambos têm três títulos, mas Senna ganhou mais corridas e o resto é puro subjetivismo.
Na opinião deste blogueiro, sem desmerecer os louros conquistados por Senna, Piquet é melhor. Um grande piloto e uma figura lendária fora das pistas. Se em sua carreira, Senna fez questão de ostentar o brasileiro vencedor, aquele que vibrava e erguia no pódio a bandeira do Brasil, Nelsão não fazia por menos. Venceu tantas provas, subiu no lugar mais alto do pódio e mereceu o Tema da Vitória tão identificado com Ayrton, mas que – e poucos sabem disso – foi criado para Nelson Piquet.
Fora das pistas, a coisa entre ambos sempre foi distinta e quase opositiva. Se Ayrton representava o bom moço, Nelsão foi sempre o anti-herói. Isso lhe rendeu a pecha de arrogante, de grosseiro. O que não se fala, por ignorância ou conveniência, é que Piquet surgiu na Fórmula Um sem qualquer olhar mais atencioso da imprensa brasileira que, nos primórdios, jamais deu o cartaz merecido ao então jovem piloto. Sua ascensão na categoria, no entanto, terminou chamando a atenção da mesma imprensa que o ignorava. Como retribuição, Piquet fazia questão de não conceder entrevistas para ela. Daí sua “arrogância” e a simpatia dessa imprensa ao novato Ayrton que dirigia a Lotus enquanto Piquet era campeão pela Willians.
Nas entrevistas que dava, Piquet era – e ainda é – de uma sinceridade rascante e de um sarcasmo quase perverso. O surgimento e estabelecimento de um Senna talentoso contra um Piquet já veterano, mas ainda competitivo e as tantas histórias, muitas fundamentadas e outras tantas lendárias, ocorridas nos padoques alimentou uma rivalidade entre ambos pilotos e foi fomentada por uma paixão futebolística entre suas torcidas. Piquet se aposentou da F1 em 91, ano em que Senna se sagrava tricampeão, mas mesmo fora das pistas, Nelson ainda era aclamado. Os debates apaixonados nas postagens do ótimo blogue do Flavio Gomes só atestam que, quase vinte anos sem os dois correndo juntos, essa paixão permanece viva. E até este que vos escreve toma partido com um trecho de uma entrevista sensacional do velho Nelsão.
Bom, pessoal, devido à falta de experiência deste blogueiro burro com certos gadgets, o blogue ficou por um tempo sem muitas perfumarias aí do lado. Mas como tudo pode mudar, ontem, tive breves aulinhas com a Juliana, dona dos ótimos blogues Sentimentalidades e Palavras em Vão, que me deu umas aulinhas de como colocar os tais gadgets. Muito bem. A partir de agora, pode-se acompanhar este blogueiro-poeta em duas de suas outras incursões pelo mundo virtual. Um é o famoso Twitter e seus famosos 140 caracteres. O outro, eu já tinha falado dele aqui, é o Formspring.Me, site de perguntas que você pode tanto fazer aos que segue como responder. Os links estão aí do lado. Basta clicar e participar. Conforme formos aprendendo outras coisas, elas serão postas ali.
Net é uma coisa legal, as redes de relacionamento, Orkut, Facebook, Twitter e quetais, são ótimas ferramentas para conhecer pessoas, recuperar contatos e estreitar amizades bem como instrumentos pra você pôr a par da sua vida e de sua família aquele seu primo que mora no Pará e seu tio que mora nos rincões do Rio Grande do Sul e você viu naquele Natal de 1995 pra nunca mais. Aí você monta todo feliz um álbum pra mostrar como a festa que você foi estava massa e como você se divertiu nela.
Mas além desses contatos, vem sempre aquele grandessíssemo FILHO DA PUTA e faz com suas fotos algo parecido com o que fez com a dessa moça.
Sacanagem!
Essa é a foto original
Já deu uma olhada no Insoonia? Tá perdendo um puta blogue legal que deu essa dica. Eu só tô ajudando a espalhar. Cuidado com suas fotos. A próxima vítima pode ser você
Eu não conhecia o Formspring.me, uma espécie de Twitter em que você segue pessoas, mas tem uma interação maior com elas fazendo perguntas. O nível de inteligência das perguntas vai do quociente de quem a faz. E eu só me inscrevi nisso pelo mesmo motivo pelo qual me inscrevi no Twitter. Pra dar risada. Por enquanto sigo só duas pessoas, a mais “célebre” delas é a atriz de filmes adultos Mônica Mattos, tão linda quanto sarcástica em suas respostas aos onanistas e curiosos acerca de suas intimidades e preferências. Creio que vou me divertir igualmente – ou até mais. Basta seguir as pessoas certas. E quem quiser fazer perguntas para este blogueiro, não se faça de rogado e poste-as aqui. Não precisa nem estar inscrito no site.
Coisa feia o que acontece em São Paulo. Ia escrever alguma coisa, mas o texto do Flavio Gomes fala por mim e de forma mais completa.
GIRA MONDO, GIRA
SÃO PAULO (blogar, hoje?) – Semana passada, tivemos um dia de chuva muito forte em São Paulo. Quinta, acho. Morreram 13 pessoas na região metropolitana. Deslizamentos, casas que desabaram, barracos soterrados. Hoje, depois de 10 horas de chuvas (fracas; não houve temporal algum), a cidade está parada. Já morreram mais duas pessoas. O rio Tietê, que não transbordava fazia um bom tempo, transbordou. Há uma explicação lógica. O genial governador, junto com o genial prefeito, decidiram ampliar as pistas da Marginal. Para quem não conhece, é a via expressa que acompanha o esgotão que chamam de rio.
Tiraram as “ilhas” gramadas, que bem ou mal ajudavam a drenar a água da chuva. Com mais asfalto, é óbvio que a água vai para o rio, que transborda. Não precisa ser engenheiro para entender isso. “Ah, mas precisa melhorar o trânsito nas marginais!”, dirá alguém.
Claro. Para isso, é preciso tirar os caminhões de lá. E transferi-los para o Rodoanel, que está sendo construído há anos, mas nunca termina. Entre outras coisas, porque as vigas dos viadutos desabam sobre as estradas, porque as construtoras contratadas usam material de quinta categoria.
São Paulo não resiste a uma chuvinha. E o prefeito-quibe quer fazer uma corrida de Indy aqui. Para ser mais preciso, aqui. É bom que as pessoas de fora de SP vejam estas imagens, para entender o que eu quero dizer quando digo que uma corrida de rua numa cidade como esta é inviável, só serve como ação eleitoreira, não tem nenhum sentido.
Vivemos numa cidade e em um Estado cujos governantes podem se orgulhar de ter realizado, como grandes obras, a proibição de outdoors e nomes de lojas nas fachadas, o fechamento dos puteiros, o veto aos ônibus fretados e ao cigarro em bares e restaurantes. É tudo que fizeram nos últimos anos.
O serviço de varrição é precário, o lixo boia nos rios e entope os bueiros, o asfalto é uma merda, a segurança não existe, mas as verbas de publicidade do governo municipal estão garantidas e vão aumentar bastante em 2010, assim como o IPTU. O prefeito é do partido do Arruda, o governador do Distrito Federal, aquele que recebe e distribui maços de dinheiro praticamente em tempo real, com câmera “on-board”. A imprensa daqui (jornais e as maiores revistas semanais do país, editadas na cidade, além das emissoras de TV e rádio, que têm muita publicidade da Sabesp, por exemplo, empresa do Estado que fornece água, nunca entendi por que faz propaganda, se não tem concorrente) poupa todo mundo. Afinal, ano que vem tem eleição.
São Paulo, hoje, cidade e Estado, é a síntese do Brasil que dá errado. Que, na verdade, não quer dar certo, rema contra a maré do resto do país, especialmente o Nordeste, que cresce, mostra prosperidade e vontade de melhorar. Porque se as coisas vão mal aqui, dá-se um jeito de culpar quem não tem culpa, piora-se o humor de uma população mal-humorada de nascença, ranzinza, conservadora, que não se conforma com os rumos que o Brasil está tomando. Não se conforma porque saiu do comando, e como é que pode, sem os valentes acadêmicos paulistas no comando, um país dar certo?
São Paulo é masoquista, invejosa e ressentida. Agora, que aguente. Debaixo d’água.
Para você, que curte jogos de corrida, uma dica é o King the Drift, em que, mais que correr, é preciso que se saiba dar boas freadas, que contam pontos. Melhor for as curvas que se fizer, mais pontos se ganha e mais bônus se abrem. Diversão garantida.
Taí um link legal de tirinhas. O Fruta Que Caiu é novo e segue uma linha estilo a do Dr. Pepper e do Um Sábado Qualquer, que já postamos aqui. Divertido e dá pra dar umas risadas enquanto se navega na Net.
É muito legal ver quando alguém concorda com você naquilo que 90% do mundo discorda. Fica a gostosa impressão de que você não é o único maluco no mundo ou reforça que você é um dos poucos sensatos num mar de loucura.Muito antes de me conscientizar como esquerdista e simpático ao regime soviético, ainda moleque, eu achava o Lada um carro lindo, pra desgosto do meu pai. Passou-se o tempo e descobri o blogue do Flavio Gomes, jornalista da ESPN que conhece tudo e mais um pouco de automobilismo e autos em geral. E o cara, assim como eu, é fã dos quadradinhos soviéticos. E numa entrevista para o IG Estilo, Flavio explica por que gosta do Lada. Eis:
iG: Há muita gente não gosta do Lada, por que você o considera tão bom?
Flavio: Muita gente não gosta porque não sabe do que se trata e enxerga automóvel como ferramenta de exibicionismo. A Lada é uma das maiores montadoras do mundo. Seus carros da década de 1990, os que foram exportados para o Brasil, não têm todos os confortos dos descartáveis de hoje em dia, mas têm história. São o retrato de uma potência que não existe mais, a URSS, e só esse aspecto histórico para mim é o bastante para admirá-los e respeitá-los.
Além do mais, são carros robustos, resistentes, de custo de manutenção baixo. E você dirige e sabe tudo que está acontecendo nele. Vejo muito preconceito contra carros que não se encaixam no perfil "trio elétrico, prata ou preto, isulfilm, rodas de liga leve, faróis e lanternas enormes". O Niva é um dos jipes mais eficientes do mundo. O Laika (nome adotado para o mercado brasileiro) e sua versão perua custavam muito pouco, tinham um preço justo para o que ofereciam. Hoje se paga muito por carros sem identidade e parecidos uns com os outros. Tudo é motivo para aumentar o preço: para-choque na cor do carro, desembaçador traseiro, ar quente, essas coisas para pegar otários. Sou mais meus Ladas do que qualquer carro brasileiro novo.
Hoje não tem muito o que escrever ou o que falar. Assim, vamos ressuscitar a sessão blogue da semana com uma dica interessante, O Esquerdopata, blogue que joga uma luz distinta da que você está habituado a ver nas notícias do dia-a-dia. Crítico e sensato na medida ideal, é uma boa pra atiçar seu senso crítico.
Vamos retomar o assunto sobre o qual falei ontem, da Fernanda Young na Playboy. Depois da famosa foto da mulher sem umbigo numa das Playboys da vida, agora temos mais uma daquelas pequenas “distrações” cometidas por aqueles a quem cabe o aperfeiçoamento do que já é perfeito (leia-se Photoshop). Muito bem, o famigerado ensaio da redatora d’os Normais tem essa foto aí em que reflexo e refletida não são exatamente iguais. Ou a Playboy arrumou um espelho muito dos vagabundos – ou mesmo um daqueles espelhos mágicos – ou o rapaz que faz o copidesque do material gráfico da revista deu uma cochilada. De qualquer forma, o ensaio da senhorita Young foi bem fraquinho. Mas, já que ela queria se diferenciar das outras modelos, seu ensaio poderia, pelo menos, ser sincero. Em tempo, não tenho nada a ver com o borrado nos piercings e nos mamilos da senhorita Young. Essa matéria eu achei vagando pela net no interessante blog Não Salvo.
Sexta feira, dia sem muitas novidades. Não há muito o que colocar no blogue, mas como hoje é porta de fim de semana, largo com a turma, a dica de um joguinho viciante, o Cyclomaniacs. A idéia é simples, você começa com um personagem e tem que ir ganhando corridas e cumprindo metas pedidas por cada fase para abrir novos personagens, aprimorar sua bike e passar pra outras corridas. Diversão garantida.
Taí um site interessante, divertido e viciante, mesmo. Akinator é o gênio da Internet e ele descobre quem quer que seja que você está pensando. Basta você pensar numa celebridade e ir respondendo as perguntas que o gênio vai formulando. Com a vantagem de fugir do maniqueísmo sim-não (afinal, podemos não ter certeza ou mesmo não saber algo sobre quem pensamos), o site disponibiliza respostas mais vagas como provavelmente sim ou provavelmente não. A partir de tantas, respostas, o gênio vai “montando” a pessoa em quem pensamos e nos dá a resposta através de um banco de dados. O índice de acerto do site é altíssimo e, mesmo quando ele “reconhece” que perdeu, pede pra que você catalogue o personagem imaginado para pesquisas futuras. E vale personagens sejam reais, celebridades (ou sub-celebridades) de qualquer área sejam personagens de filmes, quadrinhos, séries. Diversão garantida procurando bater o gênio e uma ótima dica pra já dar aquela pré-enrolada da sexta-feira.
A Net é um balaio de informações, úteis, inúteis, boas, ruins, construtivas, fúteis, enfim... Encontra-se de tudo na velha Internet. E quem gosta de boa arte, boa música, boa cultura precisa caçar muito até chegar nelas. Um atalho é o Balaio Contemporâneo (http://www.balaiocontemporaneo.blogspot.com/), blogue criado por três meninas muito descoladas que adoram tudo isso. Dessa forma, as pernambucanas Suann Medeiros e Juliana Isola, a paraibana Lara e a paulista Juliana Moraes resolveram se unir e, de lugares tão distintos, criaram um blogue pra nos apresentar uma grande variedade de artistas anônimos ou conhecidos e que a Grande Mídia não dá a devida atenção. O Balaio tem esse lado alternativo, mas a julgar o que temos de “oficial”, a qualidade trazidas por essas moçoilas em vezes supera o que aparece no Domingo e nos atiça a curiosidade. Uma ótima dica.