segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Foto do dia

Vem com essa história de omelete que eu te mostro que vai ficar estrelado!



Tira do dia


Pode parecer bobo, mas eu achei essa tirinha muito legal. Clique pra ver melhor.


Tuítada do dia

Não há chef de cozinha francês que substitua a “comida da mãe”.

@tiodino

Mico da Semana

O Mico dessa semana fica com o presidente do Palmeiras, não pelo que ele fez, mas pelo exemplo que passou. É sabido que na semana que passou, o economista e agora cartola Luiz Gonzaga Belluzzo foi filmado numa festa na quadra da torcida Mancha Alviverde, uma das mais violentas do Brasil. E num dado momento, fala em “matar os bambis”. A interpretação disso, dê quem quiser a que lhe for mais conveniente. Por mais que “matar” seja apenas uma expressão de “ganhar”, “vencer”, dá margem a outras muito piores. E isso, num antro de marginais que é uma torcida organizada (não a do Palmeiras, mas todas, esconderijos de marginais), pega muito mal. Erro do cartola Belluzzo em estar numa festa dessa turma? A princípio, sim, mas numa análise ampla, não. É claro que, como presidente de um clube tradicional e uma equipe de futebol de história, não faz muito bem que ele estivesse lá. Não vejo com bons olhos dirigentes, jogadores, quem quer que seja que esteja dentro das entranhas do clube se misturar com – vá lá – torcida. Dá uma impressão muito clara de troca de favores. E não cai bem que um sujeito do calibre do Belluzzo, economista renomado, professor universitário e gente de reputação ilibada se misturar com arruaceiros. Ok, da vida íntima cada um cuida da sua e o presidente poderia estar na festa da Mancha Alviverde não como o economista ou o cartola, mas como o torcedor Belluzzo. Mas é difícil dissociar este daqueles. Não condeno, assim, o Belluzzo por ter ido a essa festa, se bem que era melhor que não o fizesse, e nem pela brincadeira, ainda que grosseira, o ambiente permitia isso. Mas lhe faltou um traquejo, uma vivência de que, nos dias de hoje em que se topa com fotógrafos ou cinegrafistas amadores, mas mexeriqueiros quase profissionais em cada esquina, poderia haver mais discrição. E à brincadeira, de muito mau gosto, mas totalmente permitida, nosso Belluzzo poderia ficar de fora.



domingo, 29 de novembro de 2009

Só jogão




Hoje, além de uma rodada decisiva no Campeonato Brasileiro, teremos dois clássicos pela Europa. Num deles, Londres vai confrontar os seus lados azul e vermelho. De um lado, o líder Chelsea enfrenta o bom time do Arsenal, que está em terceiro lugar. Favoritismo aparente para os Blues. Na outra partida, na Espanha, Barcelona e Real Madrid fazem uma partida que envolvem mais que futebol, mas ideologia e, pode se dizer, países. Espanha de um lado, Catalunha do outro. Quem ganha é o torcedor e o fã do bom futebol.


sábado, 28 de novembro de 2009

Foto do dia

Pra encerrar a semana dos ridículos, essa peruquinha rosa é algo totalmente out. O conjunto até combina, mas no todo e no contexto...



Som na Caixa - bis


Último fim de semana do mês, noite chuvosa, sábado modorrento. O clima um tanto nostálgico pede um Som na Caixa extra. E nada cai mais como uma luva no dia de hoje do que o excelente clipe de November Rain, grande sucesso dos Guns n’ Roses, ícone dos anos 90. Esse piano do Axl embalou muita festinha.


Mais importante do que mulher

Juro que eu tento não fazer piada com são-paulino, mas o problema é que alguns deles, simplesmente não ajudam! Como esse moço aqui:



Encontrar o time do São Paulo foi um momento mágico! diria um amigo meu, não por acaso, são-paulino.


Conhece o Treta?



Sessão colírio

Depois de um Capitão Planeta lascado, pra rebater, nada como uma mulher de ferro de belos traços pra aliviar a vista. A moça não é das piores e a fantasia lhe caiu muito bem. Um sábado assim não seria de todo mal.

Som na Caixa


Sobre o show do AC/DC de ontem em São Paulo, não é que já rola vídeo por aí? Mas como todo vídeo de show, pouco se vê. Então, em homenagem aos australianos, hoje tem dose dupla do AC/DC. Eles merecem. E nós, fãs do bom e velho rock n’roll também.


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Miragem no deserto

Coisa estranha esse problema da moratória em Dubai. Eu não entendo muito de economia, mas é algo que, de certa forma, eu previa. Qualquer lugar que tem muito dinheiro e há gastos desenfreados, uma hora a mina seca e haverá uma escassez. Dubai é uma cidade que, como disse Flavio Gomes, não existe. Surgiu do nada via petrodólares, cresceu de forma desembestada e como se fossem palmeiras e tamareiras, brotaram gruas e prédios do chão. Construções nababescas, coisas impensáveis para um país desértico. Uma hora, isso ia acabar. Seria um mini-crash como o de 1929, mas bem menos fatal. Sim, porque apesar de ser um lugar onde o dinheiro corre a rodo, num plano global, Dubai, bem como os Emirados Árabes (Dubai é um dos sete que compõem o país), é pouca coisa. Um lugar turístico, não financeiro. Claro que pode ser a primeira peça de um dominó que vai se refazendo de um grande golpe ano passado. No Brasil, segundo o BC, a crise em Dubai não afetará a economia. Talvez não afete mesmo. Dubai não é Xangai e os Emirados Árabes não são a China onde, além de construções, estão investimentos grandiosos e de onde sai quantidades vultosas de dinheiro. Mas fica mais uma lição. Se há uma gastança desenfreada, como vem tendo em Dubai, no Catar e em outros países da região, uma hora, esse excesso será cobrado (no caso, literalmente, por bancos e credores nada afeitos ao verde das palmeiras, mas a outro) e é preciso ter como resolvê-lo. Dubai não teve. O capitalismo não tem. As crises nascem disso. Claro que, via negociações entre os xeiques e os banqueiros, a questão seja postergada, as dívidas sejam renegociadas e, claro, outras dívidas sejam contraídas. Não haverá uma solução, apenas um paliativo. Assim se gue o mundo das altas rodas enquanto bilhões de pessoas precisam de mais um dólar pra comprar comida.

Enjoy your Friday - Pinch Hitter

Quem gosta de dar algumas tacadas em beisebol, uma boa dica é o Pinch Hitter, que simula justamente isso. Você é o molequinho que começa jogando num beco e termina num estádio da MLB. Mas pra isso, é preciso vencer cada uma das fases. Joguinho viciante e divertido.



Se inveja mata...

Hoje, em São Paulo, no Morumbi, tem show do AC/DC. Angus Young e sua turma seguirão a turnê Black Ice World Tour e certamente desfilarão muitos clássicos do bom e velho rock n’roll. 65 mil ingressos esgotados, inclusive o lote extra disponibilizado. Sortudos. Curtirão o melhor da música, aquela que não tem tempo. Eu não sei se alguma emissora irá passar o show. Creio que não, mas se for pra fazer como a Globo fez quando apresentou o último show dos Rolling Stones e o do Elton Jonh, é melhor que se restrinja apenas aos que estiverem no estádio. Quem pode, pode.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Momento VA

Tem gente que marca seu nome na história, gente que vira sinônimo de competência naquilo que faz. Luciano do Valle é um desses. Durante anos e anos, o velho Bolacha foi o melhor narrador do Brasil, não só de futebol, mas de diversos eventos esportivos. O problema é quando a pessoa, mesmo de competência provada e comprovada, não sabe a hora de parar. E aí acontece algo assim:




Se ele começar a falar Bem Amigos, tudo o que escrevi acima perde o valor.


Com o Diabo no corpo

Estranho esse fuzurê todo que fizeram em cima do América ao ganhar a Série B, a segunda divisão do campeonato carioca. É sabido que o América equivale, mais ou menos, ao que é a Portuguesa ou o Juventus da Mooca aqui em São Paulo, o segundo time de todo torcedor, além de ser o time de gente graúda como Lamartine Babo (que escreveu todos os hinos dos grandes do Rio e o do seu time do coração), Tim Maia e José Trajano e o time do seu Edevair, o pai do Romário, que jogou metade do segundo tempo pelo time rubro. E claro que isso foi notícia. Aos 43 anos, dois anos e meio depois de se aposentar, o Baixinho realizou o sonho do pai e tal. Mas será que valia essa mídia toda? Resta agora torcer para que o América não caia mais pra segunda divisão e se mantenha dignamente entre os grandes do Rio.


Ah, sim, e outra coisa! A despeito do que o ex técnico do América, atual auxiliar da Seleção e protestante Jorginho queria, o mascote do Ameriquinha é o Diabo e não o Dragão. Ou ele não sabe que, em várias mitologias e idiomas, o sentido de ambos é o mesmo?



quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Falou tudo!

É muito legal ver quando alguém concorda com você naquilo que 90% do mundo discorda. Fica a gostosa impressão de que você não é o único maluco no mundo ou reforça que você é um dos poucos sensatos num mar de loucura.Muito antes de me conscientizar como esquerdista e simpático ao regime soviético, ainda moleque, eu achava o Lada um carro lindo, pra desgosto do meu pai. Passou-se o tempo e descobri o blogue do Flavio Gomes, jornalista da ESPN que conhece tudo e mais um pouco de automobilismo e autos em geral. E o cara, assim como eu, é fã dos quadradinhos soviéticos. E numa entrevista para o IG Estilo, Flavio explica por que gosta do Lada. Eis:


iG: Há muita gente não gosta do Lada, por que você o considera tão bom?


Flavio: Muita gente não gosta porque não sabe do que se trata e enxerga automóvel como ferramenta de exibicionismo. A Lada é uma das maiores montadoras do mundo. Seus carros da década de 1990, os que foram exportados para o Brasil, não têm todos os confortos dos descartáveis de hoje em dia, mas têm história. São o retrato de uma potência que não existe mais, a URSS, e só esse aspecto histórico para mim é o bastante para admirá-los e respeitá-los.


Além do mais, são carros robustos, resistentes, de custo de manutenção baixo. E você dirige e sabe tudo que está acontecendo nele. Vejo muito preconceito contra carros que não se encaixam no perfil "trio elétrico, prata ou preto, isulfilm, rodas de liga leve, faróis e lanternas enormes". O Niva é um dos jipes mais eficientes do mundo. O Laika (nome adotado para o mercado brasileiro) e sua versão perua custavam muito pouco, tinham um preço justo para o que ofereciam. Hoje se paga muito por carros sem identidade e parecidos uns com os outros. Tudo é motivo para aumentar o preço: para-choque na cor do carro, desembaçador traseiro, ar quente, essas coisas para pegar otários. Sou mais meus Ladas do que qualquer carro brasileiro novo.


Bingo!



Foto do dia

Você se lembra (ou chegou a conhecer) do desenho do Capitão Planeta? Cinco jovens tinham anéis com poderes. Kwami, o africano, era responsável pela terra, Wheeler, o ianque, comandava o fogo, Linka, a russa, tinha por elemento o vento; Gi, a asiática,a água, e Ma-Ti, sul americano, era o coração. Eles combatiam vilões que colocassem em risco o meio ambiente, a fauna e a natureza. Quando ativavam os seus poderes ao mesmo tempo após os brados: Terra, Vento, Fogo, Água, Coração vinha o famoso bordão: Pela união dos seus poderes, eu sou o Capitão Planeta. Pois é, o desenho é dos anos 90...


Isso é o que pode se chamar de efeito estufa!





Blogue da Semana


Hoje não tem muito o que escrever ou o que falar. Assim, vamos ressuscitar a sessão blogue da semana com uma dica interessante, O Esquerdopata, blogue que joga uma luz distinta da que você está habituado a ver nas notícias do dia-a-dia. Crítico e sensato na medida ideal, é uma boa pra atiçar seu senso crítico.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Foto do dia


Dando um tempo nos idiotas, vai aí uma bela cena de fé. Milhões de peregrinos começam a chegar a Meca, o Vaticano do Islamismo. A peregrinação á cidade do profeta Maomé é um dos cinco pilares da religião. Segundo a Veja, é o maior encontro de terroristas do mundo.


Eis os nossos universitários...

Ainda na onda da Geysa Arruda, depois da loirinha participar do Casseta e Planeta terça feira passada, ontem, ela deu o ar da graça no CQC participando do quiz sobre cultura geral do programa. A moça pode lá ser o que for, mas provou o quanto é bom o nível dos alunos da Uniban. Antes que falem, especificamente dela, é preciso saber que, apesar da infra-estrutura, instituição é a décima sexta pior do Brasil. Calcula o vestibular deles como deve ser.




Mas ninguém mora lá. Por que é tão grande?


Pensem nisso nas próximas duas horas.


O cabra macho brasileiro

Não quero ficar teorizando sobre a visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, sobre a qual já falei das outras vezes em que o barbudo deles viria visitar o nosso. Muito bem, ontem o encontro entre ambos se deu. Os protestos também. Gente que se posicionava contra o Irã, sobretudo, por duas razões: Uma a negação do Holocausto por Ahmadinejad e outra os testes iranianos com armas nucleares. Da minha parte, sigo um preceito da Constituição brasileira, a autodeterminação dos povos, segundo o qual o Brasil não dá pitaco em casa dos outros. Se recebemos o Bush e abrigamos o Stroessner, nada mais coerente que receber um presidente falastrão.


Sobre a idéia do iraniano de que não houve o Holocausto, ela é tão absurda quanto negar o evolucionismo. É preciso ser intelectualmente cego pra perceber isso. O Holocausto aconteceu tanto que Belsen e Auschwitz estão aí pra provar. O que se lamenta é que morreram os judeus errados. Gente como Netaniyahu e Ariel Sharon, tão despóticos quanto Hitler ou até o próprio Ahmadinejad, são vivos e ocupam ou ocuparam o cargo máximo de Israel. O Likud também está vivo, infelizmente, bem como suas idéias segregacionistas, anti-árabes e ultraconservadoras. E o Brasil abriu as portas tanto para os israelenses quanto para os iranianos, faltando, claro, a coerência dos revoltadinhos abastecidos pelo Jornal Nacional em se indignar com a matança do exército de Israel contra os palestinos e o muro que se constrói na Faixa de Gaza.


Sobre os testes nucleares do Irã, esse assunto merece uma atenção maior. Lógico que não se espera que nenhum mandatário soberano use armas nucleares para destruir outro país, o que é condenável. E isso me faz lembrar o único homem realmente macho que houve nesse mundo pra enfrentar tal assunto. E ele é brasileiro. Trata-se de José Maurício Bustani e foi diretor-geral da Opaq, o braço da ONU que trata do controle de armas químicas. Bustani resolveu conferir as tais armas químicas que o Iraque teria, só que resolveu mexer num vespeiro: mandar os EUA abrir também as suas próprias armas químicas, o que não foi feito. Mais que isso, o governo dos Estados Unidos pressionou pela saída do insolente Bustani. Seu substituto, pau mandado, foi de um silêncio constrangedor e, graças às armas químicas, que nunca existiram, os EUA fazem o que fazem no Iraque até hoje.


Assim, vamos admitir, sim, que o programa nuclear iraniano seja voltado para fins bélicos. Israel também tem armas atômicas. E pesadas! Os EUA ainda têm um arsenal nuclear capaz de destruir o mundo um tanto de vezes. Mas, em momento algum, os indignadinhos alimentados pelo Jornal nacional protestaram quando o presidente de Israel Shimon Peres esteve em São Paulo. Pelo contrário, a festa que fizeram para o homem na Hebraica foi maravilhosa. Pena que Ahmadinejad não quisesse conhecer o Sírio. Mais ainda, vamos admitir que o Irã tenha essas armas. Não creio que nem o presidente nem os aiatolás sejam malucos de apontá-las seja pra quem for. A reprovação mundial e as represálias, sobretudo européias, com quem o Irã mantém estreitas relações comerciais, custariam muito caro.


Fica, nessa história toda, a nítida impressão do momento antiislamita que o mundo vive e o Brasil, sob influência de sua mídia judaico-cristã, entra cegamente. Que israelenses e estadunidenses tenham armas químicas e nucleares – e as usem sem qualquer segredo, como faz Israel – isso não é problema nenhum. Que um muçulmano as possua, é algo para se preocupar. Netaniyahu é declaradamente contrário aos direitos dos palestinos. Pena que ele não tenha um Holocausto muçulmano para negar, como o faz Ahmadinejad. Se o houvesse, faria sem qualquer vergonha. E a imprensa, sobretudo a brasileira, venderia essa história. E os indignadinhos de ontem acreditariam sem questionamento.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Foto do dia

Está aberta a semana oficial dos idiotas. Começamos com dois verdadeiros bananas.



Domingo no parque

Ontem teve a 3ª Parada do Orgulho GLBT aqui no rincão pela avenida 11 de Maio, no Parque do Povo.Taí algo que me surpreende. Prudente aos poucos vai permitindo certas liberdades para uma fatia de gente que merece respeito. Isso numa cidade provinciana e retrógrada como esta é um passo a frente. Pena que, como todo passo inicial, existe aquela cambaleada. A do evento foi a agressão a um travesti após a Parada. Infelizmente, ainda existem os trogloditas que são tratados como seres humanos.. O evento começou às quatro e meia da tarde e terminou às oito e meia da noite.

Alternativo ao extremo!


Já devo ter comentado aqui que, além do futebol clássico e cheio de craques que envolve Copa do Mundo e torneios continentais e nacionais de alto nível, eu adoro (e tenho um interesse, digamos, mais acentuado) o que se chama de futebol alternativo. E nada foi mais alternativo do que esse vídeo que a galera da comunidade Futebol Alternativo, do Orkut, postou. Houve um jogo entre a Coréia do Norte, classificada para a Copa do Mundo, e o Atlético Sorocaba, da segunda divisão de São Paulo, em Pyongyang, a capital mais fechada do mundo. O jogo terminou em 0 x 0. Vale frisar que o Atlético, que foi chamado de Brasil pelos norte-coreanos (seria o uniforme amarelo?), pertence ao Reverendo Moon, um norte coreano fugido. De qualquer forma, jogos surreais como este merecem o devido destaque.


Mico da Semana


Não há muito o que falar da Sessão Mico da Semana, que andou sumida. A briga entre o Obina e o Maurício no jogo de quarta-feira contra o Grêmio. Além de mostrar que o clima pelos lados do Palestra não anda muito bom, foi um mau exemplo de como se portar numa equipe, não de futebol, mas de trabalho. O Palmeiras perdeu o título e o Obina queimou o filme.